{"id":1377,"date":"2024-09-05T21:30:44","date_gmt":"2024-09-06T00:30:44","guid":{"rendered":"https:\/\/new.contandohistorias.com.br\/?p=1377"},"modified":"2024-09-05T21:31:32","modified_gmt":"2024-09-06T00:31:32","slug":"o-amor-e-a-loucura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/?p=1377","title":{"rendered":"O Amor e a Loucura"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1377-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.contandohistorias.com.br\/mp3\/2004414.mp3?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/www.contandohistorias.com.br\/mp3\/2004414.mp3\">https:\/\/www.contandohistorias.com.br\/mp3\/2004414.mp3<\/a><\/audio>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>H\u00e1 tempos atr\u00e1s viviam duas crian\u00e7as, um menino e uma menina, que tinham entre cinco e seis anos de idade.<\/p>\n\n\n\n<p>O menino chamava-se Amor e a menina, Loucura.<\/p>\n\n\n\n<p>O Amor sempre foi uma crian\u00e7a calma, doce e compreensiva.<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 Loucura era emotiva, passional e impulsiva.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, do tipo que jamais levava desaforo para casa.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, com todas as diferen\u00e7as, as crian\u00e7as cresciam juntas, insepar\u00e1veis, brincando, brigando&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>Mas houve um dia em que Amor n\u00e3o estava muito bem e acabou cedendo \u00e0s provoca\u00e7\u00f5es de Loucura, com a qual teve uma discuss\u00e3o muito feia.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela n\u00e3o deixava nada barato; estava furiosa como nunca com Amor e come\u00e7ou a agredi-lo, n\u00e3o s\u00f3 verbalmente, como de costume.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela estava t\u00e3o descontrolada que o agrediu fisicamente, e antes que pudesse perceber, arrancou os olhos de Amor.<\/p>\n\n\n\n<p>O Amor, sem saber o que fazer, foi chorando contar \u00e0 sua m\u00e3e, a deusa<\/p>\n\n\n\n<p>Afrodite, o que havia acontecido.<\/p>\n\n\n\n<p>Inconsolada, Afrodite foi at\u00e9 Zeus e implorou-lhe que ajudasse seu filho e castigasse Loucura.<\/p>\n\n\n\n<p>Zeus ent\u00e3o, ordenou que chamassem a garota para uma conversa s\u00e9ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao ser interrogada, a menina respondeu como se estivesse com a raz\u00e3o : que Amor havia lhe aborrecido e que fora merecido tudo o que tinha acontecido com ele.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora soubesse que n\u00e3o fora justa com o seu amigo, ela, que nunca soube se desculpar, concluiu dizendo que a culpa havia sido de Amor e que n\u00e3o estava nem um pouco arrependida.<\/p>\n\n\n\n<p>Zeus, perplexo com a aparente frieza daquela crian\u00e7a, disse que nada poderia fazer para devolver a vis\u00e3o \u00e0 Amor, mas ordenou que Loucura fosse condenada a gui\u00e1-lo por toda a eternidade, estando sempre junto ao Amor, em cada passo que ele desse.<\/p>\n\n\n\n<p>E at\u00e9 hoje eles caminham juntos : onde quer que o Amor esteja, com ele estar\u00e1 Loucura, quase que fundidos numa s\u00f3 ess\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00e3o unidos que, por vezes, n\u00e3o se consegue definir onde termina o Amor e onde come\u00e7a a Loucura. \u00c9 tamb\u00e9m por isso que se usa dizer que o amor \u00e9 cego.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, isso n\u00e3o \u00e9 verdade, pois O AMOR TEM OS OLHOS DA LOUCURA.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Colabora\u00e7\u00e3o: Renato Antunes Oliveira<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 tempos atr\u00e1s viviam duas crian\u00e7as, um menino e uma menina, que tinham entre cinco e seis anos de idade. 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