{"id":1908,"date":"2024-09-11T21:49:39","date_gmt":"2024-09-12T00:49:39","guid":{"rendered":"https:\/\/new.contandohistorias.com.br\/?p=1908"},"modified":"2024-09-11T21:49:43","modified_gmt":"2024-09-12T00:49:43","slug":"simplesmente-sublime","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/?p=1908","title":{"rendered":"Simplesmente Sublime"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-1908-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.contandohistorias.com.br\/mp3\/2004290.mp3?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/www.contandohistorias.com.br\/mp3\/2004290.mp3\">https:\/\/www.contandohistorias.com.br\/mp3\/2004290.mp3<\/a><\/audio>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a9 Laila Vaneti<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c1s vezes eu me pego pensando em certas coisas. S\u00e3o quest\u00f5es capazes de deixar qualquer pessoa com cara de ponto de interroga\u00e7\u00e3o. Afinal de contas, quem somos? Para onde vamos? De onde viemos? Existe, mesmo, a t\u00e3o falada vida ap\u00f3s a morte? Ou ser\u00e1 que tudo acaba no dia em que expiramos e fechamos os olhos pela \u00faltima vez?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com efeito, essas quest\u00f5es assolam a mente da humanidade desde que o homem percebeu que \u00e9 um ser com data de validade, embora essa data de validade n\u00e3o venha impressa na testa de ningu\u00e9m. E como diria o escritor portugu\u00eas Jos\u00e9 Saramago, &#8220;Nem tu podes fazer-me todas as perguntas e nem eu posso te dar todas as respostas&#8221;. (1991).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por outro lado, existe outra quest\u00e3o bastante engra\u00e7ada e que, pelo menos para mim, continua sem resposta plaus\u00edvel, muito menos satisfat\u00f3ria. J\u00e1 repararam como Deus \u00e9 um cara brincalh\u00e3o? Pois vejam voc\u00eas, estamos em pleno m\u00eas de mar\u00e7o. Al\u00e9m da P\u00e1scoa, que, para os crist\u00e3os, \u00e9 a ressurrei\u00e7\u00e3o do filho de Deus temos, neste m\u00eas, o dia 08, o Dia Internacional da Mulher. E n\u00e3o poderia haver coincid\u00eancia, se \u00e9 que h\u00e1, de fato, coincid\u00eancias, mais prop\u00edcia e digna de figurar num artigo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando digo que Deus \u00e9 um cara brincalh\u00e3o, o fa\u00e7o justamente por conta da eterna guerra dos sexos. Recentemente, um treinador (agora ex) de futebol de uma conhecida e popular equipe paulistana, disse que a mulher n\u00e3o poderia arbitrar um jogo de t\u00e3o alto n\u00edvel, como \u00e9 o futebol, por ela n\u00e3o ser capaz de acompanhar o ritmo f\u00edsico, o &#8220;torque&#8221; dos atletas, que isso era algo &#8220;biol\u00f3gico&#8221;. Pilh\u00e9rias \u00e0 parte, j\u00e1 que o t\u00e9cnico \u00e9 ga\u00facho, a pol\u00eamica sobre quem faz o qu\u00ea melhor, o homem ou mulher, voltou \u00e0 baila. E logo neste m\u00eas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Longe de mim querer colocar mais lenha nessa fogueira. Por\u00e9m, continuo com minha tese de que Deus \u00e9 brincalh\u00e3o. N\u00e3o \u00e9 de hoje que absurdos como: &#8220;a mulher \u00e9 o sexo fr\u00e1gil&#8221;, &#8220;o homem dirige melhor do que a mulher&#8221;, &#8220;o homem \u00e9 mais inteligente do que a mulher&#8221; s\u00e3o ditas. E por que n\u00e3o dizer, cuspidas, lan\u00e7adas com viol\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 claro que eu poderia falar na presen\u00e7a cada vez mais constante da mulher no mundo corporativo. Poderia citar o sem n\u00famero de mulheres inseridas no mundo corporativo, administrando empresas com muita compet\u00eancia. Afinal de contas, segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor, n\u00f3s represent\u00e1vamos, em 2003, 46% dos empreendedores no pa\u00eds. No entanto, n\u00e3o \u00e9 o que farei. Poderia, tamb\u00e9m, falar da for\u00e7a da mulher como professora. No entanto, n\u00e3o \u00e9 isso que farei. Continuo batendo na tecla de que Deus \u00e9 brincalh\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ora, se Deus n\u00e3o \u00e9 brincalh\u00e3o, como explicar a mania que os homens t\u00eam de se dizerem mais fortes e mais inteligentes do que as mulheres? Ta\u00ed o treinador de futebol que n\u00e3o me deixa mentir. Por incr\u00edvel que pare\u00e7a, ainda existe esse tipo de pensamento de que a mulher n\u00e3o pode fazer certas coisas, que os homens s\u00e3o melhores. Por\u00e9m, \u00e9 sens\u00edvel a diferen\u00e7a entre a maneira de conduzir certos assuntos. E j\u00e1 que falamos em sens\u00edvel, nada melhor do que um exemplo pr\u00e1tico de sensibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ana Cuder \u00e9 hoje vice-presidente da rede de escolas de ingl\u00eas CNA, que tem 56% de suas franquias comandadas por mulheres. Sua trajet\u00f3ria profissional come\u00e7ou em 1978 quando ela formou-se em L\u00edngua Inglesa e passou a dar aulas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sobre as dificuldades que teve pelo caminho at\u00e9 chegar ao cargo que ocupa hoje, Ana fala que foi dif\u00edcil &#8220;impor seus pontos de vista em um mundo essencialmente masculino, em que as mulheres s\u00e3o vistas, por determinado tipo de homem, como inferiores intelectualmente. Ela tamb\u00e9m afirma que teve dificuldades por ser uma pessoa emotiva. &#8220;Talvez tenham me taxado de &#8220;chorona&#8221;, o que sou mesmo, mas desde quando isso afeta minha capacidade intelectual ou meu empenho profissional?&#8221;, questiona. (dispon\u00edvel em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.terra.com.br\/mulher\/\">http:\/\/www.terra.com.br\/mulher\/<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Deus, quando resolveu criar os seres humanos, fez uma brincadeira com os homens: colocou neles 23 bilh\u00f5es de neur\u00f4nios, enquanto na mulher p\u00f4s 4 bilh\u00f5es a menos. E isso gerou toda uma ilus\u00e3o de que os machos s\u00e3o inteligent\u00edssimos enquanto que as f\u00eameas&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todavia, uma an\u00e1lise mais profunda provar\u00e1 que essa direcionamento n\u00e3o \u00e9 o mais adequado:<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Mulheres raciocinam em paralelo, avaliam dezenas de vari\u00e1veis simultaneamente, suas conclus\u00f5es s\u00e3o do tipo &#8220;melhor-pior&#8221; ou uma simples sensa\u00e7\u00e3o visceral de certeza da conclus\u00e3o. Por isto, dizem que as mulheres s\u00e3o &#8220;intuitivas&#8221;. Elas processam informa\u00e7\u00e3o mais rapidamente, s\u00e3o mais abrangentes, mais hol\u00edsticas. Ou seja, mulheres s\u00e3o paralelas, homens s\u00e3o seriais.&#8221; (dispon\u00edvel em&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.kanitz.com.br\/impublicaveis\/paralelas.asp\">http:\/\/www.kanitz.com.br\/impublicaveis\/paralelas.asp<\/a>)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Perceberam a brincadeira? Ora, se os homens pensam mais e melhor, por que, ent\u00e3o n\u00f3s processamos informa\u00e7\u00f5es mais rapidamente. Mist\u00e9rio? Milagre? Obra do acaso?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Nada disso. \u00c9 Deus, l\u00e1 em cima, rindo dos homens quando eles se julgam mais inteligentes. E se voc\u00eas pararem por alguns segundos, poder\u00e3o escutar a voz DELE sendo levado pelo vento: &#8220;Voc\u00eas \u00e9 que pensam!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Feliz Dia Internacional da Mulher!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a9 Laila Vaneti \u00c1s vezes eu me pego pensando em certas coisas. S\u00e3o quest\u00f5es capazes de deixar qualquer pessoa com cara de ponto de interroga\u00e7\u00e3o. Afinal de contas, quem somos? Para onde vamos? De onde viemos? Existe, mesmo, a t\u00e3o falada vida ap\u00f3s a morte? Ou ser\u00e1 que tudo acaba no dia em que expiramos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_uag_custom_page_level_css":"","footnotes":""},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-1908","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-historias","post-preview"],"uagb_featured_image_src":{"full":false,"thumbnail":false,"medium":false,"medium_large":false,"large":false,"1536x1536":false,"2048x2048":false,"post-image":false},"uagb_author_info":{"display_name":"Rubens","author_link":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/?author=1"},"uagb_comment_info":0,"uagb_excerpt":"\u00a9 Laila Vaneti \u00c1s vezes eu me pego pensando em certas coisas. S\u00e3o quest\u00f5es capazes de deixar qualquer pessoa com cara de ponto de interroga\u00e7\u00e3o. Afinal de contas, quem somos? Para onde vamos? De onde viemos? Existe, mesmo, a t\u00e3o falada vida ap\u00f3s a morte? Ou ser\u00e1 que tudo acaba no dia em que expiramos&hellip;","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1908","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1908"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1908\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1909,"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1908\/revisions\/1909"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1908"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1908"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1908"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}