{"id":2472,"date":"2025-07-10T22:07:21","date_gmt":"2025-07-11T01:07:21","guid":{"rendered":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/?p=2472"},"modified":"2025-07-10T22:07:26","modified_gmt":"2025-07-11T01:07:26","slug":"a-morte-de-cada-dia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/?p=2472","title":{"rendered":"A morte de cada dia"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Paulo Angelim<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Num artigo interessante, Paulo Angelim que \u00e9 arquiteto, p\u00f3s-graduado em Marketing diz mais ou menos o seguinte:<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00f3s estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas \u00e0 aus\u00eancia de vida e isso \u00e9 um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos &#8220;morrer&#8221; todo dia.<\/p>\n\n\n\n<p>A morte nada mais \u00e9 do que uma passagem, uma transforma\u00e7\u00e3o. N\u00e3o existe planta sem a &#8220;morte&#8221; da semente, n\u00e3o existe embri\u00e3o sem a &#8220;morte&#8221; do \u00f3vulo e do esperma, n\u00e3o existe borboleta sem a &#8220;morte&#8221; da lagarta, isso \u00e9 \u00f3bvio!<\/p>\n\n\n\n<p>Esse tipo de morte nada mais \u00e9 do que o ponto de partida para o in\u00edcio de algo novo. \u00c9 a fronteira entre o passado e o futuro.<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea quer ser um bom universit\u00e1rio, mate dentro de voc\u00ea o secundarista a\u00e9reo que acha que ainda tem muito tempo pela frente. Quer ser um bom profissional? Ent\u00e3o mate dentro de voc\u00ea o universit\u00e1rio descompromtido que acha que a vida se resume a estudar s\u00f3 o suficiente para fazer as provas.<\/p>\n\n\n\n<p>Quer ter um bom relacionamento, ent\u00e3o mate dentro de voc\u00ea o jovem inseguro ou ciumento ou o solteiro solto que pensa poder fazer planos sozinho,sem ter que dividir espa\u00e7os, projetos e tempo com mais ningu\u00e9m.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfim, todo processo de evolu\u00e7\u00e3o exige que matemos o nosso &#8220;eu&#8221; passado. E qual o risco \u00e9 de n\u00e3o agirmos assim? O risco est\u00e1 em tentarmos ser duas pessoas ao mesmo tempo, perdendo o nosso foco, comprometendo nossa produtividade e, por fim, prejudicando nosso desenvolvimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas pessoas n\u00e3o evoluem porque ficam se agarrando ao que eram, n\u00e3o se projetam para o que ser\u00e3o ou desejam ser. Elas querem a nova etapa, sem abrir m\u00e3o da forma como pensavam ou como agiam. Acabam se formando em projetos inacabados, h\u00edbridos, adultos &#8220;infantilizados&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Podemos at\u00e9 agir, \u00e0s vezes, como meninos, de tal forma que n\u00e3o matemos virtudes de crian\u00e7a que tamb\u00e9m s\u00e3o necess\u00e1rias a n\u00f3s, adultos, como: brincadeira, sorriso f\u00e1cil, vitalidade, criatividade etc. Mas, se quisermos ser adultos, devemos necessariamente matar atitudes infantis, para passarmos a agir como adultos.<\/p>\n\n\n\n<p>Quer ser algu\u00e9m (l\u00edder, profissional, pai ou m\u00e3e, cidad\u00e3o ou cidad\u00e3, amigo ou amiga) melhor e mais evolu\u00eddo?<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o, o que voc\u00ea precisa matar em si ainda hoje para que nas\u00e7a o ser que voc\u00ea tanto deseja ser?<\/p>\n\n\n\n<p>Pense nisso e &#8220;morra&#8221;! Mas n\u00e3o esque\u00e7a de nascer melhor ainda!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paulo Angelim Num artigo interessante, Paulo Angelim que \u00e9 arquiteto, p\u00f3s-graduado em Marketing diz mais ou menos o seguinte: N\u00f3s estamos acostumados a ligar a palavra morte apenas \u00e0 aus\u00eancia de vida e isso \u00e9 um erro. Existem outros tipos de morte e precisamos &#8220;morrer&#8221; todo dia. 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