{"id":301,"date":"2024-08-10T11:44:57","date_gmt":"2024-08-10T14:44:57","guid":{"rendered":"https:\/\/new.contandohistorias.com.br\/?p=301"},"modified":"2024-08-10T11:45:03","modified_gmt":"2024-08-10T14:45:03","slug":"o-amor-nao-morre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/contandohistorias.com.br\/?p=301","title":{"rendered":"O Amor N\u00e3o Morre"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Let\u00edcia Thompson<\/em><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-rich is-provider-incorporar-manipulador wp-block-embed-incorporar-manipulador\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<audio class=\"wp-audio-shortcode\" id=\"audio-301-1\" preload=\"none\" style=\"width: 100%;\" controls=\"controls\"><source type=\"audio\/mpeg\" src=\"https:\/\/www.contandohistorias.com.br\/mp3\/2004181.mp3?_=1\" \/><a href=\"https:\/\/www.contandohistorias.com.br\/mp3\/2004181.mp3\">https:\/\/www.contandohistorias.com.br\/mp3\/2004181.mp3<\/a><\/audio>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>O amor n\u00e3o morre. Ele se cansa muitas vezes. Ele se refugia em algum recanto da alma tentando se esconder do t\u00e9dio que mata os relacionamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 preciso confundir fadiga com desamor. O amor ama. Quem ama, ama sempre. O que desaparece \u00e9 a musicalidade do sentimento. A causa? O cotidiano, o fazer as mesmas coisas, o fato de n\u00e3o haver mais mist\u00e9rios, de n\u00e3o haver mais como surpreender o outro. S\u00e3o as mesmices: mesmos carinhos, mesmas palavras, mesmas horas&#8230; o outro j\u00e1 sabe!<\/p>\n\n\n\n<p>Falta magia. Falta o inesperado.<\/p>\n\n\n\n<p>O fato de n\u00e3o se ter mais nada a conquistar mostra o fim do caminho. Nada mais a fazer. Muitas pessoas se acomodam e tentam se concentrar em outras coisas, atividades que muitas vezes n\u00e3o t\u00eam nada a ver com relacionamentos. Outras procuram aventuras. Elas querem, a todo custo, se redescobrir vivas; querem reencontrar o que julgam perdido: o prazer da paix\u00e3o, o susto do cora\u00e7\u00e3o batendo apressado diante de algu\u00e9m, o sono perdido em sonhos intermin\u00e1veis e desejos infindos.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel uma vida sem amor. Ou com amor adormecido.<\/p>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea ama algu\u00e9m, desperte o amor que dorme! Vez ou outra, fa\u00e7a algo extraordin\u00e1rio. Fa\u00e7a loucuras, compre flores, ofere\u00e7a um jantar, ponha um novo perfume&#8230;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o permita que o amor durma enquanto voc\u00ea est\u00e1 acordado sem saber o que fazer da vida. Reconquiste! Acredite: reconquistar \u00e9 uma tarefa muito mais \u00e1rdua do que conquistar, pois vai exigir um esfor\u00e7o muito maior. Mas&#8230; sabe de uma coisa? Vale a pena! Vale muito a pena!<\/p>\n\n\n\n<p>Boa festa do amor!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Let\u00edcia Thompson O amor n\u00e3o morre. 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