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A Transformação do Milho Duro

A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação por que devem passar os homens. O milho de pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro. O milho somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer. Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice, uma dureza assombrosas. Só elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos – Dor. Pode ser o fogo de fora: perder um amor, um filho, um amigo ou o emprego. Pode ser o fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, doenças e sofrimentos cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio, uma maneira de apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.

Imagino que a pipoca dentro da panela, ficando cada vez mais quente, pensa que a sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não consegue imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece completamente diferente, como nunca havia sonhado.

Piruá é o milho que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente e se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca que não estoura. O destino delas é triste. Ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.

E você, o que é? Uma pipoca estourada ou um piruá?

A Toalha de Mesa

Um novo pastor, recentemente formado, e sua esposa, que foram encarregados de reabrir uma igreja no bairro de Brooklyn, NY. Chegaram no início de outubro, entusiasmados com a oportunidade.

Quando viram a igreja, observaram que havia muitos estragos e um grande trabalho a ser feito. Sem se deixar abater, estabeleceram como meta deixar tudo pronto para o primeiro serviço: o culto de Natal.

Trabalharam sem descanso, consertando o telhado, refazendo o piso, pintando… e, muito antes do Natal, em 18 de dezembro, tudo estava pronto!

Mas, no dia seguinte, 19 de dezembro, desabou uma terrível tempestade que durou por dois dias.

No dia 21, o pastor foi até a igreja. Seu coração doeu… viu que o telhado tinha quebrado e que uma grande área do revestimento de gesso decorado, da parede do santuário, logo atrás do púlpito, havia caído.

O pastor, enquanto limpava o chão, pensava em como resolver a situação.

No caminho de casa, pensando em adiar o culto de Natal, observava as vitrines, enfeitadas para a época, quando notou um bazar beneficente e parou por instantes.

Uma linda toalha de mesa, de crochet, na cor marfim, com um crucifixo delicadamente bordado no centro chamou-lhe a atenção.

Era do tamanho exato para cobrir o estrago atrás do púlpito. Comprou-a e voltou para a igreja.

Começou a nevar. Apressou seus passos e quando chegava à porta da igreja, uma velha senhora vinha correndo em direção contrária tentando pegar o ônibus, o que não conseguiu.

O pastor convidou-a a entrar para esperar pelo próximo, abrigando-se do frio que viria 45 minutos depois.

Ela sentou-se num banco e nem prestava atenção no pastor que já providenciava a instalação da toalha de mesa na parede. Ao terminar, afastou-se e pôde admirar o quanto a toalha era linda e servia perfeitamente para esconder o estrago.

Então, o pastor notou a velha encaminhando-se para ele. Seu rosto estava lívido e perguntou:

— Pastor, onde o senhor encontrou essa toalha de mesa?

O pastor contou a história. A mulher pediu-lhe que examinasse o canto direito inferior para encontrar as iniciais EBG bordadas.

O pastor fez o que a mulher pediu e, intrigado, confirmou.

A mulher disse:

— Essas são as minhas iniciais.

Ela havia feito essa toalha de mesa há 35 anos, na Áustria. Contou que, antes da guerra, ela e seu marido estavam “bem-de-vida”. Quando os nazistas invadiram seu país, combinaram fugir: ela iria antes e seu marido a seguiria uma semana depois. Ela foi capturada, trancada numa prisão e nunca mais viu seu marido e sua casa.

O pastor ofereceu a toalha, mas, ela recusou, dizendo que estava num lugar muito apropriado. Insistindo, ofereceu-se para levá-la até sua casa; era o mínimo que poderia fazer. Ela morava em Staten Island e tinha passado o dia no Brooklin para um serviço de faxina.

No dia de Natal a igreja estava quase cheia. Foi um lindo trabalho.

Ao final, o pastor e sua esposa cumprimentaram os fiéis um a um à porta e muitos diziam que retornariam.

Um velho homem, que o pastor reconheceu pela vizinhança, permaneceu sentado, atônito.

O pastor aproximou-se e, antes que dissesse uma palavra, o velho perguntou:

— Onde o senhor conseguiu a toalha de mesa da parede? Ela é idêntica à uma que minha mulher fez, muitos anos atrás, quando vivíamos na Áustria, antes da guerra. Como poderiam existir duas toalhas tão parecidas?

Imediatamente, o pastor entendeu o que tinha acontecido e disse:

— Venha… Eu vou levá-lo a um lugar que o senhor vai gostar muito.

No caminho o velho contou a mesma história da mulher. Ele, antes de poder fugir, também havia sido preso e nunca mais pôde ver sua mulher e sua casa, por 35 anos. Ao chegar à mesma casa onde deixara a mulher, três dias antes, ajudou o velho a subir os três lances de escadas e bateu na porta.

Creio que não há necessidade de se contar o resto da história. Quem disse que Deus não trabalha de maneira misteriosa?

A Terra em Miniatura

Se pudéssemos reduzir a população da Terra à uma pequena aldeia de exatamente 100 habitantes, mantendo as proporções existentes atualmente, sería algo assim :

Dos 100 Habitantes, haveriam : 57 asiáticos
21 europeus
4 pessoas do hemisfério oeste (tanto norte como sul)
8 africanos
52 seriam mulheres
48 homens
70 não seriam brancos
30 seriam brancos
70 não cristãos
30 cristãos
89 heterossexuais
11 homossexuais confessos
6 pessoas possuiriam 59% da riqueza de toda a aldeia e os 6 (sim, 6 de 6) seriam norte-americanos.

Das 100 pessoas, 80 viveriam em condições subhumanas.
70 não saberiam ler
50 sofreriam de desnutrição
1 pessoa estaria a ponto de morrer
1 bebê estaria prestes a nascer
Só 1 (sim, só 1) teria educação universitária=

Nesta aldeia haveria só 1 pessoa que possuiria um computador.

Ao analizar nosso mundo desta perspectiva tão reduzida é quando se faz mais premente a necessidade de aceitação, entendimento e educação.

Agora pense…

Se você levantou esta manhã com mais saúde que doenças, então você tem mais sorte que os milhões de pessoas que não sobreviverão nesta semana.

Se você nunca experimentou os perigos da guerra, a solidão de estar preso, a agonia de ser torturado ou a aflição da fome, então está melhor do que 500 milhões de pessoas.

Se você pode ir à sua igreja sem medo de ser humilhado, preso, torturado ou morto… Então você é mais afortunado que 3.000 milhões (3.000.000.000) de pessoas no mundo.

Se você tem comida na geladeira, roupa no armario, um teto sobre sua cabeça e um lugar onde dormir, você é mais rico que 75% da população mundial.

Se você guarda dinheiro no banco, na carteira e tem algumas moedas em um cofrinho… já está entre os 8% mais ricos deste mundo.

Se teus pais ainda estão vivos e unidos… Você é uma pessoa MUITO rara.

Se você leu esta mensagem, acaba de receber uma dupla benção : alguém estava pensando em você e, mais ainda, tem melhor sorte que mais de 2.000.000.000 de pessoas neste mundo que não sabem, sequer, ler.

Colaboração: Renato Antunes Oliveira

A Tartaruga Tagarela

Era uma vez uma tartaruga que vivia num lago com dois patos, muito seus amigos.

Ela adorava a companhia deles e conversava até cansar. A tartaruga gostava muito de falar.

Tinha sempre algo a dizer e gostava de se ouvir dizendo qualquer coisa.

Passaram muitos anos nessa feliz convivência, mas uma longa seca acabou por esvaziar o lago.

Os dois patos viram que não podiam continuar morando ali e resolveram voar para outra região mais úmida.

E foram dizer adeus à tartaruga.

— Oh, não, não me deixem! Suplicou a tartaruga. – Levem-me com vocês, senão eu morro !

— Mas você não sabe voar ! – disseram os patos. – Como é que vamos levá-la ?

— Levem-me com vocês ! Eu quero ir com vocês ! – gritava a tartaruga.

Os patos ficaram com tanta pena que, por fim, tiveram uma idéia.

— Pensamos num jeito que deve dar certo – disseram – se você conseguir ficar quieta um longo tempo.

Cada um de nós vai morder uma das pontas de uma vara e você morde no meio.

Assim, podemos voar bem alto, levando você conosco.

Mas cuidado : lembre-se de não falar ! Se abrir a boca, estará perdida.

A tartaruga prometeu não dizer palavra, nem mexer a boca; estava agradecidíssima !

Os patos trouxeram uma vara curta bem forte e morderam as pontas; a tartaruga abocanhou bem firme no meio.

Então os patos alçaram vôo, suavemente, e foram-se embora levando a silenciosa carga.

Quando passaram por cima das árvores, a tartaruga quis dizer : “Como estamos alto !” Mas lembrou-se de ficar quieta.

Quando passaram pelo campanário da igreja, ela quis perguntar : “O que é aquilo que brilha tanto ?”

Mas lembrou-se a tempo de ficar calada.

Quando passaram sobre a praça da aldeia, as pessoas olharam para cima, muito espantadas.

— Olhem os patos carregando uma tartaruga ! – gritavam. E todos correram para ver.

A tartaruga bem quis dizer : “E o que é que vocês tem com isso ?”; mas não disse nada. Ela escutou as pessoas dizendo :

— Não é engraçado ? Não é esquisito ? Olhem! Vejam!

E começou a ficar zangada; mas ficou de boca fechada. Depois, as pessoas começaram a rir :

— Vocês já viram coisa mais ridícula ? – zombavam.

E aí a tartaruga não agüentou mais. Abriu a boca e gritou :

— Fiquem quietos, seus bobalhões…!

Mas, antes que terminasse, já estava caída no chão. E acabou-se a tartaruga tagarela.

Há momentos na vida que é melhor ficar de boca fechada.

Colaboração: Renato Antunes Oliveira

As Três Peneiras

Olavo foi transferido de setor.

Logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta :

— Chefe o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva.

Disseram que ele… Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou :

— Espere um pouco Olavo, o que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras ?

— Peneiras ? Que peneiras, chefe ?

— A primeira Olavo, é a da VERDADE.

Você tem certeza que este fato é absolutamente verdadeiro ?

— Não, não tenho não. Como posso saber ? O que sei foi o que me contaram…

Mas eu acho que…

E, novamente Olavo é interrompido pelo chefe.

— Então sua história já vazou a primeira peneira.

Vamos então para a segunda peneira que é a da BONDADE.

O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito ?

— Claro que não ! Deus me livre, chefe ! – diz Olavo assustado.

— Então – continua o chefe – sua história vazou a segunda peneira.

Vamos ver a terceira que é a da NECESSIDADE.

Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou passá-lo adiante ?

— Não, chefe. Passando pelo crivo destas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar – falou Olavo surpreendido…

— Pois é, Olavo. Já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras ? – diz o chefe sorrindo e continua :

— Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-se ao crivo dessas três peneiras :

Verdade, Bondade, Necessidade, antes de obedecer ao impulso de passá-lo adiante, porque :

PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDÉIAS,

PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS,

PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.

Colaboração: Renato Antunes Oliveira

As três mulheres

Três mulheres conversavam ao lado de um poço e um velho as escutava.

A primeira mulher dizia:

— Meu filho é muito forte, corre e pula.

A segunda dizia:

— O meu filho canta como os passarinhos.

A terceira mulher nada dizia, então o velho perguntou:

—Você não tem filhos?

Ela respondeu:

— Tenho, mas ele é um menino normal como todas as crianças.

As três mulheres pegaram seus potes cheios de água e foram caminhando. No meio do caminho, elas pararam para descansar e o velho homem sentou ao lado delas.

Logo elas viram seus filhos voltando para perto delas.

O primeiro vinha correndo e pulando, o segundo vinha cantando lindas canções. O terceiro não vinha pulando nem cantando, ele correu em direção a sua mãe e pegou o pote cheio de água e levou para casa.

Então as três mulheres perguntaram para o velho homem:

— O que o senhor achou dos nossos filhos?

E o velho homem respondeu:

— Realmente, eu acabei de ver três meninos, mas vi apenas um filho.

Fábula Judaica

As Sete Verdades do Bambu

Padre Léo – Livro ‘Buscando as coisas do Alto’

Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou:

“Vovô, corre aqui !

Me explica como esta figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para abraçar seu tronco se quebrou, caiu com vento e com chuva, e… …este bambu tão fraco continua de pé ?”

“Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.

A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.

Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.

Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sòzinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.

A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.

A quinta verdade é que o bambu é cheio de nós ( e não de eu’s ). Como ele é ôco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.

A sexta verdade é que o bambu é ôco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser ôco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.

Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é exatamente o título do livro: ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.”

Colaboração de Mª Jacinta N. Silva

Assembléia na Carpintaria

Contam que numa carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia.

Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.

Um martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar.

A causa ? Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando.

O martelo aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo.

Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa.

Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos.

A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.

Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho.

Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso.

Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel.

Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão.

Foi então que o serrote tomou a palavra e disse :

— Senhores ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos.

Assim, não pensemos em nossos pontos fracos e concentremo-nos em nossos pontos fortes.

A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato.

Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade.

Sentiram alegria pela oportunidade de trabalharem juntos.

Ocorre o mesmo com os seres humanos.

Basta observar e comprovar.

Quando uma pessoa busca defeitos em outra, a situação torna-se tensa e negativa; ao contrário, quando se busca com sinceridade os pontos fortes dos outros, florescem as melhores conquistas humanas. É fácil encontrar defeitos, qualquer um pode fazê-lo.

Mas encontrar qualidades… isto é para os sábios !

Colaboração: Renato Antunes Oliveira

As Quatro Questões de Allen

Aldo Novak

Para ter sucesso verdadeiro, faça quatro perguntas para si mesmo: Por que? Por que não? Por que não eu? Por que não agora? – James Allen

Por que…? Encontre a razão mais profunda e verdadeira para algo, e essa razão manterá você vivo em um mundo de sonânbulos. Entenda as razões e os motivos verdadeiros, antes de tomar uma decisão. Pergunte-se todo o tempo: “por que devo fazer essa coisa, e não aquela? ” Entenda o que se passa dentro de você. Entenda os motivos mais profundos pelos quais algo deve ser feito em sua empresa ou departamento, em sua comunidade, sua equipe ou família. Por que…?. Enquanto você não tiver esclarecido isso para si próprio, as razões sempre serão frágeis e você poderá ser derrubado, ou derrubada, muito facilmente. Por que quero me casar com ela? Por que quero mudar de carreira? Por que temos que mudar este produto? Por que quero este diploma?. Enfim, encontre uma razão e apegue-se a ela.

Por que não? O que impede você de fazer isso? Na maioria das vezes, demoramos demais para fazer algo, simplesmente porque novas idéias fazem a gente assumir que, se não foi feito antes, provavelmente não deve ser feito. Será? Procure os motivos para não fazer algo. Muitas vezes, você vai descobrir que não existe motivo real algum para não fazer isso. Então… por que não? Pense, e responda: Por que não romper? Por que não fundar essa empresa? Por que não escrever este livro? Por que não ter filhos? Por que não procurar outro emprego? Por que não fazer este curso? Por que não dar aquele telefonema? Por que não arriscar? Pergunte-se sempre: Por que não?

Por que não eu? Se alguém tem que fazer algo, você pode ser este alguém. Inúmeras vezes, encontramos a razão para que algo seja feito e, ao perguntarmos “por que não?”, vemos que nada impede que seja feito. A próxima pergunta lógica: por que não eu? Sim, talvez você seja exatamente a pessoa que deva começar isso. Alguém tem que escrever este livro: por que não você? Alguém tem que propor este produto: por que não você? Alguém que que defender esta idéia na câmara ou no senado: por que não você? Alguém tem que reconciliar a família: por que não você? Alguém tem que dar o primeiro passo: por que não você?

Por que não agora? As vezes, o melhor momento para começar algo é… Imediatamente. Se algo tem que ser feito, se não há razão sólida para que este algo não seja feito e se você mesmo pode fazer isso, então vem a última pergunta: Por que não fazer isso agora? Tantas vezes na vida, nós passamos pelas primeiras três perguntas e, então, fazemos de conta que somos eternos… Que podemos fazer aquilo em algum momento no futuro, quando… tivermos o diploma… os filhos tiverem crescido… a aposentadoria chegar… P A R E. Isso é apenas uma armadilha do lado temeroso de sua mente. Não espere o dia perfeito. O dia perfeito é hoje. Se não hoje… quando?

Siga o conselho de James Allen: “para ter sucesso verdadeiro, faça quatro perguntas para si mesmo: Por que? Por que não? Por que não eu? Por que não agora?

As palavras do meu dicionário

Escritor ou poeta que se preze não devem se limitar apenas a escrever poemas ou a contar histórias, devem inventar uma nova linguagem para traduzir os seus sentimentos e para traduzir-se aos que tentam entender o que dizem.

Conheço muita gente que usa de abreviaturas para dizer o que quer, uns o fazem por preguiça e outros por estilo e isso me inspirou a criar no meu mundo novas palavras para a minha linguagem.

Sublime na língua dos homens pode ser um adjetivo que quer dizer perfeitíssimo, excelente, encantador ou um substantivo masculino que quer dizer o mais alto grau de perfeição, o que há de mais elevado nos sentimentos, nas ações.

Na minha Linguagem Sublime é a mais belas das palavras, é um beijo que nada poderia impedir de acontecer, é um desejo atendido, é um sonho que vira realidade, Sublime para mim é o ato de fechar os olhos e ver melhor com eles fechados do que com eles abertos.

Cativar na língua dos homens é tornar cativo, prender; dominar; escravizar e na minha é seduzir, encantar, sem precisar tornar escravo, é prender sem precisar de grades com um pássaro que a gente tem que é livre para voar e sempre volta sem precisar chamar, no meu dicionário cativar é agradar quem já é dono de mim.

Seduzir na língua dos homens é enganar, corromper, por meio de insinuações ou falsas promessas, fazer cair em erro ou culpa e na minha língua é encantar sem precisar mentir ou enganar, é ligar uma chave no coração e desligar um botão na cabeça, é trazer para o meu mundo quem eu quero amar.

O amor de tão grandioso não tem como abreviar e no máximo dá pra somar, inventei amore, que para os homens é amor em italiano, mas na minha língua é amo de amor mesmo e re de repetir. Assim o re vem no final só para a palavra voltar sempre pro começo, o amor para mim é infinito e repetido, as histórias de amor sempre se repetem comigo.

Tevelo é a minha versão de te vejo logo, amovomaquetu é // amo você mais do que tudo//, talvez isso tudo venha do mundo da minha adolescência onde inventava um alfabeto inteiro só para codificar meus diários ou da língua que inventei para falar com o meu amigo invisível quando era criança. Kaj mi scias, ke am’ estas bona afero (Eu sei que o amor é uma coisa boa)

O esperanto é uma idéia maravilhosa, criaram uma língua que pudesse ser falada pelas pessoas de todos os lugares do mundo, nada mais humano que isso, nada mais bonito que isso… e eu querendo inventar uma só minha, que egoísta, né?

Mi parolos nur pri mia viv’, Vivo pli gravas ol la rev'(esperanto)

Que te con uomo ie vivire, vid é meor que sonhe(minha língua andr ees)

Quero lhe contar como eu vivi, viver é melhor do que sonhar.

Quando escrevemos algo que sai do nosso pensamento estamos inventando novos significados para velhas palavras, dizemos velhas coisas com novas idéia se à medida que vamos criando um novo texto nos também nos reinventamos como pessoas, se fazer entender é uma arte em qualquer língua seja.

Multe pli ol du grandaj amikoj, Kaj la pacon ene de la kor’ (muito mais do que dois grandes amigos em longos anos em busca de paz).

Watashi no nozomu koto wa shiawase de aru koto dêsu (japonês)

Alles der ich Smögen ein glücklich (alemão)

(Tudo o que eu quero é ser feliz)

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