A inteligência sem amor, te faz perverso. A justiça sem amor, te faz implacável. A diplomacia sem amor, te faz hipócrita. O êxito sem amor, te faz arrogante. A riqueza sem amor, te faz avaro. A docilidade sem amor te faz servil. A pobreza sem amor, te faz orgulhoso. A beleza sem amor, te faz ridículo. A autoridade sem amor, te faz tirano. O trabalho sem amor, te faz escravo. A simplicidade sem amor, te deprecia. A oração sem amor, te faz introvertido. A lei sem amor, te escraviza. A política sem amor, te deixa egoísta. A fé sem amor te deixa fanático. A cruz sem amor se converte em tortura. A vida sem amor… não tem sentido………
Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes.
Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro.
Em seguida dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta.
Essa foi a pergunta feita :
— O que prefere você receber agora : esta Bíblia ou este valor em dinheiro ?
— Eu gostaria de receber a Bíblia. Respondeu pela ordem o cocheiro.
— Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!
Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão.
Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.
Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou :
— Minha mulher está adoentada e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.
Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão.
Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta :
— Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.
— Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro.
Informou a arrumadeira, em poucas palavras.
Finalmente, chegou a vez do menino de recados.
Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe :
— Certamente você também ira preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz ?
— Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia.
Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro…
Disse o pequeno mensageiro.
Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro.
Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas.
Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.
A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão : “Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus”
O Chico, em excursão com seu chefe de serviço, expondo aqui e ali apuradas amostras de gado, passou por Sabará e, dali, pelas Minas de Morro Velho.
Visitou-as por horas. E deslumbrou-se com o que viu.
O trabalho afanoso e sacrificial da extração do ouro, sua busca, em cascalhos, no seio da terra, numa profundidade e distância incomensuráveis, causou-lhe assombro inopinado.
Observou um irmão idoso, calejado naquele serviço, a que dera toda sua existência, e perguntou-lhe:
— Amigo, o ouro é extraído com facilidade?
— Nada disso, moço. Em 40 toneladas de pedra, encontramos, às vezes, tão somente 100 a 200 gramas de ouro.
E Emmanuel, que tudo ouvia, comentou:
— Assim, Chico, sucede na vida. Precisamos, quase sempre, de 40 toneladas de aborrecimentos bem suportados para obtermos 100 a 200 gramas de conhecimentos e experiência…
Agora no fim da vida como mendigo que sou, me sinto preocupado, intrigado, e num momento, me pergunto embaraçado, se faço ou não testamento?
Não tendo como não tenho e nunca tive ninguêm, pra quem é que vou deixar tudo o que tenho: os meus bens?
Pra quem é que eu vou deixar se fizer um testamento, minhas calças remendadas, meu céu, minhas estrelas, que me não canso de vê-las quando ao relento deitado, deixo o olhar perdido, distante, no firmamento?
Se eu fizer um testamento, pra quem é que vou deixar minha camisa rasgada, e as águas dos rios, dos lagos, águas correntes, paradas, onde,ás vezes tomo banho?
Pra quem vou eu deixar, se eu fizer um testamento, os meus bandos de pardais que ao entardecer, nas árvores, brincando de esconde-esconde procuram se divertir?
Pra quem eu vou deixar estas folhas de jornais que uso pra me cobrir?
Pra quem eu vou deixar, se fizer um testamento, vaga-lumes que em rebanhos cercam meu corpo de noite, quando o verão é chegado?
Se eu fizer um testamento, pra quem vou deixar, mendigo assim como sou, todo o ouro que me dá o sol que vejo nascer quando acordo na alvorada? O sol que seca meu corpo que o orvalho da madrugada com sua carícia, molhou?
Se eu fizer um testamento, pra quem vou deixar meu chapéu todo amassado, onde escuto o tilintar, das moedas que me dão, os que têm a alma boa, os que têm bom coração?
Pra quem eu vou deixar, antes que a vida me largue, o grande stock que tenho das palavras “Deus lhe pague”?
Pra quem vou eu deixar, se fizer um testamento, todas as folhas de Outono que, trazidas pelo vento vêm meus pés atapetar?
Se eu fizer um testamento, pra quem é que vou deixar minhas sandálias furadas, que pisaram mil caminhos, cheias de pó das estradas, estradas por onde andei em andanças vagabundas?
Pra quem vou deixar minhas saudades profundas dos sonhos que não sonhei?
Se eu fizer um testamento pra quem vou eu deixar meu cajado, meu farnel, e a marca deste beijo que uma criança deixou em meu rosto perguntando se eu era papai noel?
Pra quem vou deixar, se fizer um testamento este pedaço de trapo que no lixo encontrei e que transformei em lenço para enxugar minhas lágrimas, quando fingi que chorei?
Pra quem é que vou deixar, se eu fizer um testamento os bancos destes jardins onde durmo e onde acordo entre rosas e jasmins?
Pra quem vou deixar, todos os raios de luar que me beijam cada mão quando, num canto da rua eu as ergo em oração?
Se eu fizer um testamento… testamento não farei! desses de papel passado, que papeis eu não ligo, agora estou resolvido : O que tenho deixarei na situação em que estou, pra qualquer outro mendigo, rogando a Deus que o faça, depois que eu tenha morrido ser tão feliz como eu sou!
Há uma história muito interessante, chamada “O Tesouro de Bresa”, onde uma pessoa pobre compra um livro com o segredo de um tesouro. Para descobrir o segredo, a pessoa tem que decifrar todos os idiomas escritos no livro.
Ao estudar e aprender estes idiomas começam a surgir oportunidades na vida do sujeito, e ele lentamente (de forma segura) começa a prosperar. Depois ele precisa decifrar os cálculos matemáticos do livro. É obrigado a continuar estudando e se desenvolvendo, e a sua prosperidade aumenta. No final da história, não existe tesouro algum – na busca do segredo, a pessoa se desenvolveu tanto que ela mesma passa a ser o tesouro.
O profissional que quiser ter sucesso e prosperidade precisa aprender a trabalhar a si mesmo com muita disciplina e persistência. Vejo com freqüência as pessoas dando um duro danado no trabalho, porque foram preguiçosas demais para darem um duro danado em si mesmas. Os piores são os que acham que podem dar duro de vez em quando. Ou que já deram duro e agora podem se acomodar. Entenda: o processo de melhoria não deve acabar nunca. Acomodação é o maior inimigo do sucesso!!!
Por isso dizem que a viagem é mais importante que o destino. O que você é acaba sendo muito mais importante do que o que você tem. A pergunta importante não é “quanto vou ter?”, mas sim “no que vou me transformar?” Não é “quanto vou ganhar?”, mas sim “quanto vou aprender?”. Pense bem e você notará que tudo o que tem é fruto direto da pessoa que você é hoje. Se você não tem o suficiente, ou se acha o mundo injusto, talvez esteja na hora de rever esses conceitos.
O porteiro do meu prédio vem logo à mente. É porteiro desde que o conheço. Passa 8 horas por dia na sua sala, sentado atrás da mesa. Nunca o peguei lendo um livro. Está sempre assistindo à TV, ou reclamando do governo, do salário, do tempo. É um bom porteiro, mas em todos estes anos poderia ter se desenvolvido e hoje ser muito melhor do que é. Continua porteiro, sabendo (e fazendo) exatamente as mesmas coisas que sabia (e fazia) dez anos atrás. Aí reclama que o sindicato não negocia um reajuste maior todos os anos.
Nunca consegui fazê-lo entender que as pessoas não merecem ganhar mais só porque o tempo passou. Ou você aprende e melhora, ou merece continuar recebendo exatamente a mesma coisa. Produz mais, vale mais? Ganha mais. Produz a mesma coisa? Ganha a mesma coisa. É simples. Os rendimentos de uma pessoa raramente excedem seu desenvolvimento pessoal e profissional. Às vezes alguns têm um pouco mais de sorte, mas na média isso é muito raro.
É só ver o que acontece com os ganhadores da loteria, astros, atletas. Em poucos anos perdem tudo. Alguém certa vez comentou que se todo o dinheiro do mundo fosse repartido igualmente, em pouco tempo estaria de volta ao bolso de alguns poucos. Porque a verdade é que é difícil receber mais do que se é.
Como diz o Jim Rohn, no que ele chama do grande axioma da vida: “Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje”. Esse deveria ser o foco da sua atenção. Não são precisos saltos revolucionários, nem esforços tremendos repentinos. Melhore 1% todos os dias (o conceito de “kaizen”), em diversas áreas da sua vida, sem parar.
Continue, mesmo que os resultados não sejam imediatos e que aparentemente superficialmente pareça que não está melhorando. Porque existe, de acordo com Rohn, um outro axioma: o de não mudar: “Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve”.
— Seja terra – a terra recebe os dejetos de homens e animais, e não é perturbada por isto; muito pelo contrário, transforma as impurezas em adubo, e fertiliza o campo.
— Seja água – a água limpa a si mesma, e limpa tudo aquilo que toca. Seja água em torrente.
— Seja fogo – o fogo faz a madeira podre transformar-se em luz e calor. Seja o fogo que queima e purifica.
— Seja vento – o vento espalha as sementes sobre a terra, faz o fogo arder com mais brilho, empurra as nuvens para que a água caia sobre todos os homens.
Se você tiver a paciência da terra, a pureza da água, a força do fogo, e a justiça do vento, você está livre.
Conta uma brasileira, que foi trabalhar algum tempo na Suécia, que várias vezes fez comparações entre suecos e brasileiros.
A forma de resolver problemas, a maneira de conduzir determinadas dificuldades no ambiente de trabalho, etc.
Nessas suas observações, concluiu, em um primeiro momento, que os suecos tinham alguns comportamentos muito próprios.
Em verdade, ela jamais imaginara que com eles aprenderia uma extraordinária lição. Algo que a faria admirá-los e seguir-lhes o exemplo.
No seu primeiro dia de trabalho, um colega da empresa a veio apanhar em casa e eles seguiram, juntos, no carro dele.
Ao chegarem, ele entrou no estacionamento, uma área ampla para mais de 200 carros.
Como haviam chegado cedo, poucos veículos estavam estacionados, mas o rapaz deixou o seu carro parado logo na entrada do portão.
Assim, ela e ele tiveram que caminhar um trecho considerável, até chegar à porta da empresa.
No segundo dia, o fato se repetiu. Eles tornaram a chegar cedo e, novamente, o carro foi colocado logo na entrada.
Outra vez tiveram que atravessar todo o extenso pátio do estacionamento, até chegarem no escritório.
No terceiro dia, um tanto mais confiante, ela não se conteve e perguntou ao colega: “por que é que você deixa o carro tão distante, quando há tantas vagas disponíveis?
Por que não escolhe uma vaga mais próxima do acesso ao nosso local de trabalho?”
A resposta foi franca e rápida: “o motivo é muito simples. Nós chegamos cedo e temos tempo para andar, sem perigo de nos atrasarmos. Alguns dos nossos colegas chegam quase em cima da hora e se tiverem que andar um trecho longo, correm o risco de se atrasarem. Assim, é bom que encontrem vagas bem mais próximas, ganhando tempo.”
O gesto pode ser qualificado de companheirismo, coleguismo. Não importa. O que tem verdadeira importância é a consciência de colaboração.
Ela recordou que, algumas vezes, em estacionamentos, no Brasil, vira vagas para deficientes sendo utilizadas por pessoas não deficientes. Só por serem mais próximas, ou mais cômodas.
Recordou dos bancos reservados a idosos, gestantes em nossos ônibus e utilizados por jovens e crianças, sem preocupação alguma.
Lembrou de poltronas de teatros e outros locais de espetáculos tomadas quase de assalto, pelos mais ágeis, em detrimento de pessoas com certas dificuldades de locomoção.
Pensou em tantas coisas. Reflexionou. Ponderou…
E nós? Como agimos em nossas andanças pelas vias do mundo? Somos dos que buscamos sempre os lugares mais privilegiados, sem pensar nos outros?
Alguma vez pensamos em nos acomodar nas cadeiras do centro do salão, quando vamos a uma conferência, pensando que os que chegarem em cima da hora, ocuparão as pontas, com maior facilidade?
Pensamos, alguma vez, em ceder a nossa vez no caixa do supermercado a uma mãe com criança ou alguém que expresse a sua necessidade de sair com maior rapidez?
Pensemos nisso. Mesmo porque, há pouco mais de dois milênios, um Rei que se fez carpinteiro, ensinou sabiamente: “quando fordes convidados a um banquete, não vos assenteis nos primeiros lugares…”
O ensino vale para cada dia e situação das nossas vidas.