Autor: Rubens (Page 71 of 112)

Conceitos e atitudes

“As pessoas têm que pegar o que mais gostam de fazer e transformar aquilo em profissão, porque é a única forma de você passar 12, 14 horas por dia fazendo algo que gosta e ainda ser pago por isso.” (Adriano Silva – diretor de Redação da revista Superinteressante)

“Realizado é um cara acomodado. Hoje eu trabalho menos, mas não penso menos.” (Aleksandar Mandic – presidente da Mandic)

“Se eu acho que estou ganhando menos do que eu valho, tenho que ficar atento para que alguém reconheça que eu valho mais, e se ninguém reconhecer, tem duas hipóteses: ou eu não valho ou não soube me fazer valer. É simples.” (Alencar Burti – presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP)

“Politicagem não segura cargo de ninguém. Tem de trabalhar, aprender, para ser considerado pelo esforço, pela dedicação.” (Ângelo Salton Neto – presidente da Vinhos Salton)

“Se não fico por alguma coisa, vou-me embora por qualquer coisa.” (Anita Roddick – proprietária da The Body Shop)

“É a competitividade de fazer uma coisa que te deixa feliz, e não a competitividade pelo sucesso, porque o sucesso é efêmero.” (Carlos Alberto Júlio – presidente da HSM do Brasil)

“Se você trabalha, você consegue. Se você é reconhecido, você faz mais e melhor.” (Carlos Ienne – presidente da FedEx)

“Conforme fui evoluindo na carreira profissional e assumindo posições de liderança, aprendi a importância de saber me comunicar e ouvir o que os outros têm a dizer.” (Chu Tung – presidente da EDS no Brasil)

“O caminho de menos risco é o da omissão, mas também é o caminho de menos sentido de realização. Esse caminho te faz pagar um preço maior ainda, pela frustração que você sente.” (Claudia Costin – secretária da Cultura do Estado de São Paulo)

“Trabalhar com pessoas que você gosta é completamente diferente. Dá mais energia, mais prazer. Com amizade, amor e carinho sempre funciona melhor.” (Dr. Edson de Godoy Bueno – fundador e presidente do Grupo Amil)

“As posições mais valorizadas nas companhias são aquelas que sabem entender o que oferecer como valor na ponta final, para o cliente.” (Eduardo Aziz Nader – empreendedor do Mercado Eletrônico)

“Eu nunca quero mudar nada, apenas melhorar, porque mudança implica destruir alguma coisa para fazer outra nova.” (Elcio Anibal de Lucca – presidente da Serasa)

“Tenham um plano e trabalhem nele, que os resultados serão surpreendentes.” (Fábio Mestriner – presidente da Associação Brasileira de Embalagem)

“A rotina da vida é traiçoeira; estamos cercados por problemas, metas, prazos. Vivemos em uma rotina que nos cega. Se você bobear, a rotina acaba com você.” (Fernando Vasconcelos Heiderich – presidente da Schering-Plough Coopers)

“O sucesso é conquistado quando você trabalha e procura fazer as coisas certas – nunca acreditei ser necessário levar uma equipe comigo.” (Flávio Ferraris – presidente da Iveco Latin América)

“Quando eu ganho um prêmio ou um troféu não é só um reconhecimento do meu trabalho, mas também de toda a minha equipe, que se esforçou junto. O erro eu assumo… mas o sucesso é compartilhado.” (Guilherme Paulus, presidente e fundador da CVC)

“Eu acredito que a frustração aparece quando você separa a realidade da percepção, ou seja, se você tem uma percepção muito diferente da realidade você está mais propenso a sofrer uma decepção.” (Hélio Magalhães – presidente da American Express)

“Não importa o que você está fazendo, o que importa é aprender com os experientes. O fato de você estar próximo de bons profissionais te dá bagagem e te faz decidir o que você quer e o que você não quer fazer.” (Jorge Aguirre – presidente da Internacional Restaurantes do Brasil)

“Você tem que aprender a gostar do que está fazendo. Eu aprendi a conviver com minha realidade e a ser feliz dentro dela.” (Luiz Carlos Campos – presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos)

“Não existe uma pessoa sozinha no topo. O sucesso deve ser compartilhado.” (Luis Carlos Cornetta – diretor-geral da Motorola do Brasil)

“Você não pode escolher trabalho, tem que entrar de peito aberto e mostrar que seu chefe pode confiar em você. Porque quando você virar chefe, vai perceber o quão importantes são as pessoas que trabalham com você.” (Luiz Fernando Gomes – presidente da KHS)

“Não importa a idade da pessoa, o que importa é a velhice das idéias dela.” (Luiz Francisco de Assis Salgado – diretor-regional do Senac em São Paulo)

“É claro que um bom currículo é excelente, e se ele vier acompanhado de uma pessoa com iniciativa, melhor ainda.” (Marcos Antônio De Marchi – vice-presidente da Rhodia Poliamida América do Sul)

“Eu fui muito humilde ao admitir as minhas incompetências, a minha falta de conhecimento no início. Decidi me atualizar, estudar, ou seja, fui me reinventar. Devo ao esforço e à humildade o meu sucesso.” (Maria Regina Yazbek – presidente da Movicarga)

“Nosso futuro pertence aos outros muito mais do que imaginamos.” (Marília Rocca – fundadora e diretora-geral do Instituto Empreender Endeavor no Brasil)

“Eu não acho que o funcionário que fica aqui até às 10 horas da noite está com excesso de trabalho, eu acho que ele está desorganizado. O que me importa é se as pessoas estão fazendo seu trabalho, e ficar na empresa não significa que alguém esteja trabalhando.” (Mário Grieco – presidente da Bristol-Myers Squibb)

“Para ser realmente bom, o requisito número um é ser curioso.” (Maurício Queiroz – presidente da White Propaganda)

“Numa entrevista de emprego, se você for sincero e íntegro em suas respostas e mesmo assim não for contratado, isso não significa que alguém como você não serve para aquela empresa. Significa que aquela empresa não serve para alguém como você.” (Max Gehringer – conferencista)

“Quando você tem qualidade de vida, você produz porque se realiza, não porque precisa receber algo em troca.” (Michael Haradom – presidente da Fersol Indústria Química)

“Várias pessoas me perguntam porque comecei a me engajar nas questões sociais, mas eu sempre questiono como é possível se viver em um País com tantas carências sem se preocupar com isso.” (Oded Grajew – presidente do Instituto Ethos de Responsabilidade Social)

Com quem se parecem os anjos

Com aquela velhinha que devolveu sua carteira outro dia?

Com aquele motorista que disse que seus olhos iluminam o mundo quando você sorri ?

Com aquela criancinha que lhe mostrou a maravilha das coisas simples?

Com aquele homem pobre que lhe agradeceu a esmola com o olhar mais grato possível?

Com aquele homem rico que lhe mostrou que tudo é possível se você apenas acreditar?

Com aquele estranho que apareceu bem na hora em que você estava perdido?

Com aquele amigo que lhe tocou o coração quando você pensava que não tinha amigos para ajudá-lo?

Com o sorriso de bom dia dado por algum desconhecido?

Os anjos aparecem em todos os tamanhos e formas, todas as idades e tipos de peles.

Alguns têm sardas, outros têm covinhas….

Alguns têm rugas e outros não…..

Eles aparecem disfarçados como amigos, inimigos, professores, estudantes, amantes e tolos….

Eles não levam a vida seriamente e conseguem ser muito leves.

Eles não deixam endereços e nada pedem em retorno.

Às vezes usam chinelos, não mostram as asas.

Outras vezes pedem para lavar e passar..

Eles são difíceis de achar quando seus olhos estão fechados.

Mas estão em toda parte quando você escolher vê-los.

Compartilhar a Festa

Epíteto

“Se te apresentam um alimento que desejas, Estende a mão e te serve;
Se ele passar ao longe,
Deixa-o ir embora;
Se ainda não está ao teu alcance,
Espera, que ele virá.
Serve-te só do que queres.
Se tiveres a coragem de fazer isso
Com relação a filhos, a uma esposa,
A um emprego, à riqueza,
Vais compartilhar a festa
Com os próprios deuses…”

Compaixão

Dalai Lama Tenzin Gyatso

“Rancor, ódio, ciúme:
Não é possível encontrar a paz com eles.
Podemos resolver muitos de nossos
Problemas por meio da compaixão e do amor.
Só assim nos desarmaremos e
Encontraremos a verdadeira felicidade.

Uma das maiores virtudes
É a compaixão.
A compaixão não pode ser comprada
Numa loja de departamentos
Ou fabricada por máquinas.
Ela advém do crescimento interior.

Sem paz de espírito,
É impossível haver paz no mundo.”

Como uma Folha

Quando criança, por causa de meu caráter impulsivo, tinha raiva a menor provocação.

Na maioria das vezes, depois de um desses incidentes me sentia envergonhado e me esforçava por consolar a quem tinha magoado.

Um dia, meu professor me viu pedindo desculpas depois de uma explosão de raiva, me entregou uma folha de papel lisa e me disse: – amasse-a!

Com medo, obedeci e fiz com ela uma bolinha.

— Agora – voltou a dizer-me – deixe-a como estava antes.

É óbvio que não pude deixá-la como antes. Por mais que tentei, o papel ficou cheio de pregas. Então, disse-me o professor:

— O coração das pessoas é como esse papel… a impressão que neles deixamos será tão difícil de apagar como esses amassados.

Assim aprendi a ser mais compreensivo e mais paciente. Quando sinto vontade de estourar, lembro da folha de papel amassada.

Como Se Faz Um Inferno

Joaquim Saturnino da Silva

Sim, o inferno existe. Ele é individual, pessoal e intransferível. Cada pessoa carrega o seu onde quer que vá, feito por ela própria, da mesma forma que carrega o paraíso quando escolheu a opção oposta.

A receita para fazer um inferno é simples.

As pessoas nascem sabendo como se faz isso e o fazem sem perceber que sabem como fazê-lo.

Em todo caso, para aqueles que ainda não possuem seu inferno, aqui vai a receita de como montá-lo de forma eficiente e eficaz:

Comece por aceitar todas as idéias prontas que surgem. Acredite que tudo que vem da televisão é verdadeiro. Minta, minta bastante. Nunca, em hipótese alguma, pare para questionar alguma coisa. Pensar com critérios sérios, escolhendo com bom senso, agindo sinceramente consigo mesmo, são espécies de “contra receita” para fazer um inferno. Ou seja, haverá fracasso na sua criação.

Atenção! Isto é importante: jamais seja sincero.

Falar demais e pensar de menos é um aditivo importante no processo. Os desentendimentos que isso causa, pode acelerar a construção do inferno, sensivelmente.

Endividar-se além das possibilidades do ganho, é outro comportamento importante, para obter êxito no pleito. Portanto, poupança nem pensar.

Ao invés de dedicar-se na tarefa de descobrir as capacidades inatas em si mesmo, passando apenas a sentir inveja daqueles que o fazem, é algo que colabora demais na construção infernal.

Acreditar naquelas pregações baratas cujo único objetivo é o saldo de uma conta bancária, ajuda demais. O processo é mais rápido, para aquelas pessoas que emprestam sua fé para os outros, por preguiça de procurar ela mesma a verdade.

Outro componente infalível na receita, é sempre procurar trabalhar no que não gosta, ou não tentar – ao menos – descobrir algo para gostar no trabalho que faz.

Acreditar no que dizem os políticos, sem pesquisar se há alguma verdade ali e depois vote naquele que achar mais simpático, carismático, eloqüente e, como diria o sábio povo da roça, “escorregadio”. Interessante neste caso é que não haverá colaboração apenas para a construção do inferno da própria pessoa que o deseja, mas também, para a coletividade no entorno.

Sim, existem pessoas que laboram pela construção de um inferno coletivo. Mas isso, na verdade, é apenas uma “aglomeração” de infernos próximos. As guerras acontecem dessa forma. Seus arquitetos são exímios construtores de inferno.

Outra parte importante da receita: ignore os conselhos paternos.

Agora existem ingredientes sutis na receita. Fazem parte da categoria dos sentimentos.

Cultivar a indiferença, dizendo que nada tem a ver com o problema que afeta as outras pessoas. Aceitar o ciúme como algo normal, extrapolando na ilusão da propriedade sobre o outro, arrasando relacionamentos, é certeza da construção de um inferno bastante sólido, cuja reversão custará um oceano de lágrimas.

Ampliar o repertório de desculpas. Afinal, aquele que passa fome faz isso por conta própria. Isso é algo assim como o rabo do elefante afirmando que não pertence ao elefante, simplesmente por que não o pode ver por inteiro.

Esta parte da receita, sozinha, é capaz de montar um inferno amplo, pois os preteridos da vida, sempre acabam por se voltar contra tudo e todos, indiscriminadamente. Esse é o famoso “inferno que vem a cavalo”.

Deixar as crianças por si mesmas entregues a toda sorte de vicissitudes é algo que, não apenas ajuda a criar um inferno, mas faz com que ele se amplie geometricamente, como se tivesse vida própria.

Não fazer agora o que deve ser feito agora, perdendo-se o momento adequado, é algo que auxilia demais. Mesmo porque, depois, a inutilidade do arrependimento é um fardo do qual será impossível se livrar, aliás, esse é o inferno agregado.

Porém, se o objetivo é criar o paraíso, apenas inverta a receita.

Como Nasrudin criou a verdade

Nasrudin (Khawajah Nasr Al-Din)

As leis não fazem com que as pessoas fiquem melhores, disse Nasrudin ao Rei. Elas precisam, antes, praticar certas coisas de maneira a entrar em sintonia com a verdade interior, que se assemelha apenas levemente à verdade aparente.

O Rei, no entanto, decidiu que ele poderia, sim, fazer com que as pessoas observassem a verdade, que poderia fazê-las observar a autenticidade — e assim o faria.

O acesso a sua cidade dava-se através de uma ponte. Sobre ela, o Rei ordenou que fosse construída uma forca.

Quando os portões foram abertos, na alvorada do dia seguinte, o Chefe da Guarda estava a postos em frente de um pelotão para testar todos os que por ali passassem. Um edital fora imediatamente publicado: “Todos serão interrogados. Aquele que falar a verdade terá seu ingresso na cidade permitido. Caso mentir, será enforcado.”

Nasrudin, na ponte entre alguns populares, deu um passo à frente e começou a cruzar a ponte.

— Onde o senhor pensa que vai? perguntou o Chefe da Guarda.

— Estou a caminho da forca — respondeu Nasradin, calmamente.

— Não acredito no que está dizendo!

— Muito bem, se eu estiver mentindo, pode me enforcar.

— Mas se o enforcarmos por mentir, faremos com que aquilo que disse seja verdade!

— Isso mesmo – respondeu Nasrudin, sentindo-se vitorioso. Agora vocês já sabem o que é a verdade: é apenas a sua verdade.

O Mullá Nasrudin (Khawajah Nasr Al-Din) escreveu, no século XIV em que viveu, histórias onde ele mesmo era personagem. São histórias que atravessaram fronteiras desde sua época, enraizando-se em várias culturas. Elas compõem um imenso conjunto que integra a chamada Tradiçã Sufi, ou o Sufismo, seita religiosa ou de sabedoria de vida, de antiga tradição persa e que se espalha pelo mundo até hoje. Como o budismo e o zen-budismo, o sufismo sempre aliou o (bom) humor com sabedoria.

Como manter o amor?

Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:

— Como se faz para manter um amor?

A mãe olhou para a filha e respondeu:

— Pega um pouco de areia e fecha a mão com força…

A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia escapava.

— Mamãe, mas assim a areia cai!!!

— Eu sei, agora abre completamente a mão…

A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.

— Assim também não consigo mantê-la na minha mão!

A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:

— Agora pega outra vez um pouco de areia e mantém-na na mão semi aberta como se fosse uma colher… bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade.

A menina experimenta e vê que a areia não escapa da mão e está protegida do vento.

— É assim que se faz durar um amor…

Como fazer para durar o amor…

Clara Luz

Uma mãe e a sua filha estavam a caminhar pela praia. Num certo ponto, a menina disse:

“Como se faz para manter um amor?”

A mãe olhou para a filha e respondeu:

“Pega num pouco de areia e fecha a mão com força…”

A menina assim fez e reparou que quanto mais forte apertava a areia com a mão com mais velocidade a areia se escapava.

“Mamã, mas assim a areia cai!!!”

“Eu sei, agora abre completamente a mão…”

A menina assim fez mas veio um vento forte e levou consigo a areia que restava na sua mão.

“Assim também não consigo mantê-la na minha mão!”

A mãe, sempre a sorrir disse-lhe:

“Agora pega outra vez num pouco de areia e mantenha na mão =3D semi-aberta como se fosse uma colher… bastante fechada para protegê-la e bastante aberta para lhe dar liberdade”

A menina experimenta e vê que a areia não se escapa da mão e está protegida do vento. “É assim que se faz durar um amor…”

Como ele conseguiu?

Certa lenda chinesa conta que estavam duas crianças patinando em cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam sem preocupação. De repente , o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água.

A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava debaixo do gelo, pegou uma pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e salvar o amigo. Suas mãos estavam feridas e doía muito todo o seu corpo.

Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido, perguntaram ao menino:

— Como você conseguiu fazer isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas!

Nesse instante apareceu um ancião e disse:

— Eu sei como ele conseguiu.

Todos olharam para ele aguardando a resposta. O ancião então respondeu:

— Não havia ninguém ao seu redor para dizer-lhe que ele não era capaz.”

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